O amor alimenta e mata de fome
E morre de tédio e desidrata
Pirracento e egoísta
O amor, ainda que insista,
Quando não quer vai embora e maltrata
Esquece o feijão na panela
Deixa o café esfriar
E passa
É caminho único mão e contramão
Em direção a um lugar nenhum
Não há placa ou sinal
O amor escorrega na pista
Cai no barranco
O amor reprova na prova de direção
Ele não dá pra motorista
Corta essa!
O amor é artista de cinema
Desses que beija e sorri e encena
Pena... O amor é só cena de Hollywood
É como eu sou de mentira e nunca pude.
.
_Mas, eu preparei um...
_Porra, já disse que não tô com fome!
Então deixa.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
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